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sexta-feira, 19 de julho de 2013

15 pratos para conhecer no fim de semana

Está se programando para a sexta, sábado e domingo? Então confira um roteiro especial do Bom Gourmet com os quitutes indicados ao Sabor Popular 2013 em Curitiba

Aproveitar o fim de semana para conhecer (ou relembrar) bares, confeitarias e restaurantes é um programa e tanto. E o Sabor Popular, categoria doPrêmio Bom Gourmet que valoriza os pratos mais amados da cidade, pode ser um bom guia para isso.
Neste ano, um corpo de jurados formado por conhecedores da gastronomia indicou dez pratos salgados e cinco doces em Curitiba. E você poderá decidir quais merecem o título de Sabor Popular. Para isso, o ideal é conhecer cada um deles em um roteiro delicioso.
A programação já pode começar na noite de sexta-feira. Nas feiras da Praça Ucrânia e da Igreja do Capão Raso (ambas a partir das 18 horas), vale a pena conferir o X-pernil da barraca Mineiro X-pernil. O sanduíche leva pernil assado, cebola, vinagrete, cheiro-verde, queijo e maionese.
Como o prato é mineiro, a sugestão é colocar um pouco da pimenta malagueta grão de arroz. O tipo do pão fica a critério do freguês: tem o francês, o de queijo e o de hambúrguer. O lanche custa R$ 10.



Prefere um lugar fechado? Então a sugestão é conferir um sabor curitibaníssimo na Mercearia Fantinato, no Bom Retiro (R. Mateus Leme, 2.553).
É de lá uma das carnes de onça mais famosas da cidade, temperada na mesa com cebola, alho, azeite, pimenta calabre­sa, sal, páprica doce e conhaque. É servida com broa preta e custa R$ 29,10 (porção inteira) e R$ 17,40 (meia). A casa fecha à 1 hora da manhã na sexta-feira.


O sábado pode começar com um saboroso pastel no centro da cidade. Em frente à Bibioteca Pública do Paraná, um local chama a atenção pelo intenso movimento -- fruto, é claro, de sua boa cozinha.
Pastelaria Brasileira (R. Cândido Lopes, 156) abre cedo, às 7h30. O carro-chefe é o pastel tradicional, com queijo e ovo. A iguaria nasceu junto com o estabelecimento, na década de 1960. Custa R$ 5,50. 


No almoço de sábado, vale a pena conferir o bife alla parmiggiana da Nonna Giovanna, no Centro (R. São Francisco, 134), um reduto popular e saboroso da cidade. A massa do restaurante italiano é artesanal e a carne usada é a de alcatra.
O bife, que “nasceu” 28 anos atrás - junto com o restaurante – é acompanhado de arroz, feijão, batata frita, maionese e salada. Custa R$ 20. Abre para o almoço, somente.


Para adoçar o almoço, ali pertinho, há uma casa com belas iguarias. A Empada Original (R. Prof. Fernando Moreira, 565) tem uma queijadinha de dar água na boca.
Apesar do nome, o queijo não está entre os ingredientes. No recheio, coco fresquinho com açúcar, ovos, trigo e manteiga. O coco fica torradinho por cima, macio e cremoso por dentro. A base do doce é feita com a massa da empada. R$ 2. A simpática casa fica aberta até às 17 horas no sábado.


No meio da tarde, outra boa pedida é passar naConfeitaria Edelweiss e conferir as tão adoradascoxinhas. A casa fica no Bigorrilho (Al. Augusto Stellfeld, 1.631).
O salgado de lá é famoso pela massa crocante e, por dentro, pela cremosidade e maciez. Custa R$ 6. Mas é necessário se programar, pois, no sábado, a confeitaria atende apenas das 12 horas às 17h15. 


No meio da tarde, uma boa opção é experimentar obolinho de bacalhau da Cantina Açores, no Juvevê (R. Euzébio da Motta, 306).
A receita é tradicional portuguesa. De batata e bacalhau, tudo bem temperado. Custa R$ 26 (porção).
Mas, atenção: a casa fecha às 18 horas.

O fim de tarde de sábado pode ser um convite tentador para ir ao Uberaba (na Av. Salgado Filho, 4.460, onde uma charmosa casa de madeira abriga o Armazém Santa Ana. O prato mais pedido é o escondidinho de carne, feito com massa de aipim e recheado com carne-seca, cebola, cheiro-verde e manteiga. Para completar, queijo gratinado.
O local, criado há 70 anos é uma viagem no tempo. Nas paredes, pintadas de laranja, tem ferramentas, chouriço, queijo e até rollmops.
O escondidinho custa R$ 14 (por pessoa); R$ 24 (duas pessoas); R$ 36 (três pessoas). Fica aberto das 10 até às 22 horas no sábado (no domingo não abre).


Para a noite, moradores da região norte da cidade podem ir à Casa Velha, um simpático bar no Abranches (R. Mateus Leme, 5.981).
Por lá, a boa pedida é acompanhar a cerveja com o famoso bolinho de carne – leva carne especial, cheiro-verde, sal, pimenta, cebola, alho e ovos. Custa R$ 3 (unidade). No sábado, a casa fica aberta até às 2 horas da manhã. 


Muitas vezes a noite pede um cachorro-quente. E, neste quesito, não há como não falar do Green Dog, uma barraca cheia de criatividade localizada no Centro Cívico (Alberto Foloni, 225).
cachorro-quente Nalcioditra ("tradicional" escrito ao contrário) leva pão, salsicha, maionese, tomate e batata palha. Custa R$ 5. Basta passar lá após às 19 horas...


A manhã de domingo pode começar literalmente doce. No Juvevê (R. Rocha Pombo, 377), a tradicional confeitaria A Familiar é um dos pontos mais queridos por estes lados da cidade.
Dentre as muitas opções, vale conferir o madrilenho, com uma massa folhada que desmancha na boca. Feita com manteiga pura e recheada com doce de leite. Custa R$ 5,40. A confeitaria abre logo às 09 da manhã.


Para o almoço de domingo, nada mais tradicional que um churrasco. A dica é visitar a Churrascaria do Darci, no Bom Retiro (R. Albano Reis, 1.289).
Por lá, experimente a alcatra. Há diversos acompanhamentos indicados, como maionese, feijão cavalo e cebola. A partir de R$ 35 por pessoa. A casa abre às 11h30 e funciona também no domingo, caso prefira.


Uma bela sobremesa para o dia é a Torta Banoffi, ícone da Bella Banoffi, no Alto da XV (R. Itupava, 1.091).
A mistura leva de massa de biscoito, recheio de doce de leite e banana e cobertura de nata batida e chocolate. Custa R$ 8,90. A confeitaria-restaurante abre no domingo às 11h30 e fecha às 22 horas.


Para aproveitar bem o dia, um passeio em um dos muitos parques e bosques da cidade cai como uma luva. Em um deles, o Bosque do Papa, um quitute chama quase tanto a atenção quanto as belezas naturais.
Doce do Papa, feito com massa folhada e recheado com creme de confeiteiro branco ou de baunilha, é servido na confeitaria Kawiarnia Krakowiak, na entrada do local (Tr. Wellington de Oliveira Vianna, 40, Ahú). Custa R$ 7,50.
A casa fica aberta, no domingo, até às 21 horas.


Para encerrar o domingo de um fim de semana doce, que tal um brigadeiro de panela? Na Casa di Bel, no Batel (Al. D. Pedro II, 602), o quitute é um das preferências.
Os ingredientes são chocolate amargo, leite condensado e gemas batidas, que dão a textura cremosa desse doce caseiro. O sabor é reforçado pelo ambiente com cara de casa da vovó e decoração caprichada. O quitute custa R$ 21,90 (serve 8 pessoas). No domingo, o bar-restaurante fica aberto até 1 hora da manhã.